segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A importância de se fazer um seguro.

São de vital importância os seguros em nossas vidas.

Há anos os mais difundidos no Brasil são os seguros de vida e de veículos automotores. Mas devemos considerar também outros como o residencial, roubo e furto qualificado, responsabilidade civil, perda de renda por acidente ou doença, seguro-fiança, seguro saúde. Estes seguros servem para resguardar a vida e o patrimônio das pessoas e empresas. Não basta ter um orçamento equilibrado e com uma reserva financeira se em seu planejamento não estiver contido grande parte destes seguros.

Vejamos brevemente a importância dos seguros patrimoniais:
Do automóvel e de seus bens. Se fosse , por exemplo, roubado o seu carro que você levou anos para juntar o dinheiro para compra-lo, ou pior, se ainda está pagando. Pense no prejuízo que teria se o amigo do alheio entrasse em sua residência e roubasse alguns de seus bens. Lá se ia a sua reserva. Se é que você as possui. Mas se você tivesse feito os seguros respectivos pelo menos teria amenizado os problemas, bem como os prejuízos.

Seguros de vida e saúde:
Ter um plano de saúde e de acordo com a legislação vigente é muito importante, mas não é tudo. Deve-se ter também um seguro de vida e de perda de renda por acidente ou doença quando da falta do mantenedor da família, ou sua impossibilidade de continuar trabalhando. Estes seguros poderão minimizar os problemas financeiros que por ventura aparecerão daí para frente.
Com o pagamento de um prêmio anual é possível minimizar seus prejuízos e até recuperar um bem perdido que você levou anos para conquista-lo quando eventualmente ocorrer um sinistro.
O uso do seguro nos permite recuperar parcialmente o integralmente o valor perdido. Mas para isto é importante escolher primeiramente um corretor de seguros de sua confiança que possa lhe oferecer seguros de companhias sólidas e confiáveis. Seguro não é “mau agoro”, e sim, prevenção, bem como o planejamento tranqüilo de sua aposentadoria digna e de seus familiares.

Antes de adquirir um automóvel, consulte o seu corretor de confiança!

Algumas dicas de ouro!
Era uma vez uma mulher que comprou um carro e, só na hora de fazer o seguro, percebeu que tinha entrado numa enrascada. Nenhuma empresa queria segurar o veículo. O motivo? O automóvel praticamente pedia para ser roubado: era importado e havia saído de linha. Um chamariz duplo para os ladrões, por causa do comércio de peças ilegais – as mais caras e raras são mais procuradas.


A história exemplifica um dos erros mais comuns de quem faz seguro de carro: optar por um automóvel sem levar em conta se ele é aceito pelas seguradoras ou sem parar para analisar o preço do seguro do modelo escolhido. Veja esta simulação, por exemplo: uma mulher de 24 anos, moradora do bairro Santo Amaro, em São Paulo, quer comprar um carro popular zero quilômetro (os preços de seguro variam conforme o perfil do proprietário do veículo). Se ela optar por Uno Mille, pagará em torno de R$ 24.700 pelo carro e R$ 2.170 de seguro. Caso se decida por um Celta, irá desembolsar R$ 26.900 pelo veículo, mas gastará menos com o seguro, R$ 1.535. Por ser mais roubado, o Uno Mille tem taxa mais cara.Essas são apenas algumas das dicas para se dar bem nesse negócio. Há ainda pelo menos outras dez.

Dicas para escolher o seguro de carro
1. O que você tem que saber02. Seguradora conhecida
03.Visite várias seguradoras04. Preços diferentes
05. Indenização06. Em caso de acidente
07. Rastreador08. Mulher paga menos
09. Não minta10. Serviços adicionais
11. Bônus